Mar Morto















Este foi o sítio onde tirei menos fotografias. Ficamos dois dias hospedados no Kempinski Hotel Ishtar Dead Sea, com um único objetivo: relaxar. A máquina fotográfica ficou sempre no quarto, por isso as fotografias são todas tiradas com iPhone.

A sensação de flutuar no mar morto é, realmente, indescritível. Qualquer pessoa flutua mesmo! Sem o mínimo esforço, de forma natural. O motivo? A composição deste "lago" salgado, que tem cerca de seis vezes mais sal do que qualquer outro mar. 

É impossível nadar e convém não colocar os ouvidos e/ou olhos em contato com a água, por ser demasiado salgada.

Para além da experiência ser fora do normal, dizem que as águas do Mar Morto têm propriedades benéficas para a saúde da pele, mas não só. 

Tive ainda a possibilidade de experimentar os banhos de lama e fiquei fã. Depois de 10/15 minutos coberta de lama, de passar pelo Mar Morto para a retirar (e depois pelo chuveiro de água, obrigatório após passagem pelo Mar Morto) a pele ficou divinal. Tão suave e sedosa que decidi investir nesta máscara facial com lama do Mar Morto.

Este é o último post acerca desta maravilhosa viagem. O povo jordano é, ao contrário do que muitos possam pensar por se tratar de um povo Árabe, extremamente simpático e sempre disposto a ajudar. Não nos chateiam para comprarmos tudo aquilo que apresentam e não senti, em altura alguma, qualquer tipo de perigo. 

É um país pobre, a população tem de racionar a água, mas fiquei com a ideia que apesar de todos os condicionantes, o fato de estarem em paz, rodeados por tanta guerra, faz deste povo um povo muito acolhedor e, à sua maneira, feliz.

Catarina Silva

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